segunda-feira, novembro 28, 2005

O não da Unesco

Afinal não é desta que a nossa Tabanka será considerada património oral e intangível da humanidade, pela UNESCO. A notícia foi avançada hoje pelo A Semana Online. Das 64 candidaturas, 43 foram seleccionadas, entre as quais o samba de roda, do Brasil, e o Chopi Timbila, de Moçambique.

A terceira proclamação de Obras de Património Oral e Intangível, anunciada na sexta-feira, decepciona Cabo Verde e, particularmente, o Ministério da Cultura, cujos técnicos estiveram durante largos meses a pesquisar intensamente para preparar o dossier de candidatura, segundo as normas rígidas da UNESCO.

“Desilusão que se torna ainda maior por ser esta provavelmente, conforme notícia veicula no sítio da Unesco na Internet, a última lista de Património Imaterial e Intangível”, escreve o jornal digital crioulo.

O lado positivo disto tudo, a nosso ver, é a recolha de informações sobre a Tabanka pelo Instituto da Investigação e do Património Cultural (IIPC). Aliás, a equipa de técnicos que trabalhou na preparação do dossier já havia dito que, mais do que a UNESCO, são os próprios cabo-verdianos que precisam assumir a tabanka como um património nacional, de valor inestimável. Afinal, é a Tabanka uma das mais antigas e complexas manifestações culturais de Cabo Verde, e não apenas um desfile de mascarados.

1 Comments:

Blogger Unknown fla ma...

ora ki nu ta konkori ku pesus pisadu nu tem ki bai preparadu. Ken ki konchi valorizason ki Samba de Roda tem ta intendi ma pa tabanka ganha si spasu komu patrimoniu di UNESCO, monti trabdju tem ki fazedu antis di tchiga la. Valor di tabanka sta klaru kuse ki ta kontisi eh ma nu ka sabi valorizal pe podi inton sunha mas altu.
dotu manera eh so kansera e lamentus.

12:15 da tarde  

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